Desde a pandemia muitas marcas internacionais têm aumentado os preços das suas bolsas, chegando entre 20% e 31% esse aumento e, ainda assim, suas vendas crescem consideravelmente.
A estratégia tem ligação com dois fatores:
1 – Retomar a essência da palavra “luxo”, resgatando seu significado de raridade e exclusividade para priorizar o valor de marca e não o volume de vendas em si.
2 – Reduzir a produção mirando na sustentabilidade: quanto mais enxuta a produção, menor o impacto ambiental.
Seria esse o fim do luxo acessível? Afinal, entre falsificações e popularização, as marcas estão buscando alternativas para se manterem relevantes e exclusivas.

Acredito que independentemente de produtos mais caros ou maus acessíveis o Brasil nosso caminho são as marcas.